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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Uma pausa para falar de...


Dia desses, a Luciana (uma das leitoras aqui do blog, com quem já tive a deliciosa oportunidade de compartilhar algumas coisas) me fez uma pergunta interessante e, apesar da demora, resolvi postar a resposta aqui para que ela e os demais leitores possam saber um pouco sobre isso. Vamos lá...

A Luciana me perguntou se em nosso relacionamento tivemos dificuldades no convívio com as pessoas, aceitação, tolerância... Não lembro bem as palavras que ela usou, mas ela gostaria de saber se nós, Bruna e Jorge enquanto casal, tivemos problemas no relacionamento com as pessoas de “fora”, fossem amigos ou familiares. Quem conhece um pouco mais a nossa história sabe dizer que a resposta é SIIIIIIIM! Tivemos (e temos) muitas dificuldades.

No começo, como contamos aqui, nossa dificuldade foi a aceitação dos meus pais. Por razões que eles conheciam, julgavam que nosso relacionamento não tinha futuro e essa foi a causa de muitas, muitíssimas discussões na minha casa. De lá pra cá, muita coisa mudou (outras ainda precisam ser mudadas). Mas foi com muita paciência e, especialmente, com muita fé que conseguimos chegar até aqui: hoje minha mãe aceita o Jorge como seu filho e nosso relacionamento é algo que, inclusive, tem ajudado ela nos momentos de crise. Apesar de ser algo que nunca imaginamos, esse milagre que Deus fez em nossas vidas é mesmo algo incrível e olhar minha mãe e o Jorge convivendo bem hoje é algo maravilhoso. Se vamos casar, é porque temos a bênção da dona Jô, que tantas vezes foi “pedrinha” em nossos sapatos (como ela mesma se define), mas que nos ajudou a provar nosso amor no fogo e ver quanto ele é forte.

Com conhecidos tivemos muitas decepções. Pessoas com as quais achávamos que podíamos contar, de repente vimos se tratarem de inimigos escondidos. Aqueles com quem partilhamos nossos medos, anseios e desesperos, muitas vezes traíram nossa confiança e não houve outra alternativa que não se afastar... Por mais que doa a decepção, Deus sempre nos dá a chance de optarmos por um caminho mais seguro e nos mostra quem pode e quem não pode nos ajudar.

Amigos temos de monte. Irmãos de verdade, já posso enumerar. Mas no meio das diferenças entre uns e outros, Deus tem nos feito perceber quem são aqueles que jogam conosco de verdade e quem são os que preferem assistir de camarote. Decepções pequenas e grandes sempre acontecem. Muitas vezes nos escandalizamos porque somos diferentes e nem todo mundo está disposto a aceitar quem não é igual a si. Mas desde sempre eu e o Jorge adotamos a postura da verdade e, doa a quem doer, somos assim e quem nos ama de verdade, nos aceita. Não somos perfeitos, lindos, maravilhosos... mas, apesar do nosso esforço para sermos melhores, Deus permite que sejamos assim e, mesmo assim, temos muita gente que nos ajuda, que nos acolhe, que nos ama e nos encoraja.

Dificuldades a gente sempre vai ter, mas o mais importante é não perdermos a essência, porque sem ela, deixamos de ser... No mais, se sabemos oferecer o amor, Deus nos recompensa no tempo certo!

domingo, 16 de outubro de 2011

A vida

"A vida é assim: às vezes ela morde, às vezes assopra. 
Quando ela morde tudo fica mais difícil, 
aí acontece uns desencontros e os amores se rompem, 
e aí vem o sopro da vida que é aquela brisa boa, de paz, 
e tudo da certo, não é mesmo?! 
O importante é viver tudo, o difícil e o fácil da vida. 
O simples a gente aproveita e o que for complicado a gente resolve. 
É muito bom viver e fica melhor ainda se a gente tem um grande AMOR."


(do último capítulo de "Morde e Assopra")


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Quanto custa e quanto vale um casamento?

um post do blog do casal Ana Luisa e Marcelo, escrito brilhantemente por ela.

No aspecto financeiro, custa muito, sobretudo nesta cidade hiperinflacionada. É preciso ter os pés nos chão e discernimento para saber julgar racionalmente o que é fundamental para uma boa festa e o que é vaidade (digo isso porque toda noiva é, cada uma ao seu modo, influenciada pela ideia de ter de fazer algo diferente em seu casamento).

No aspecto afetivo, custa uma vida inteira. Custa muita dor de cabeça, muito choro, muito esforço, muito calar e pouco falar. Custa abrir mão da sua individualidade e das suas vontades próprias. Custa ter paciência para não sair falando o que vier a cabeça, sempre tentando manter o respeito um pelo outro. Custa pedir perdão, reconhecer suas próprias falhas e, como diz uma amiga de mamãe, “entre ter razão na argumentação e ser feliz, eu fico com a segunda opção”.

E como será este custar daqui a 10, 15, 20 anos? Como conciliar um casamento duradouro com a ideia do “não precisa mudar, vou me adaptar”, como a da música de Saulo Fernandes? (Quem me conhece sabe que está sendo um desafio usar como exemplo aqui uma música baiana...). Será que não vai custar muito ter de aguentar as manias e os defeitos do Marcelo? Será que ele não vai se cansar de mim?

Haverá, sem dúvidas, momentos do relacionamento que estes defeitos estarão mais salientes e evidentes que as qualidades, que meu coração estará mais propenso a ficar fechado e eu sentir vontade de largar tudo e morar sozinha, longe de tudo e de todos.

Então, qual é o caminho para fazer valer a pena todo este custo? Qual é o tipo de vida que nós precisaremos levar para aguentar com serenidade todas as adversidades e desafios que virão pela frente?

Uma vida de voltada ao sobrenatural. Isso porque esse espírito de caridade que será necessário para nos mantermos firmes neste casamento não estará nos nossos amigos, nos nossos pais, nesta vida terrena, nos nossos futuros filhos. Não serão eles os responsáveis por nos mantermos unidos e firmes. Esta capacidade que precisaremos ter, de suportar um ao outro na caridade, não virá do nada em nossas vidas. Ela é fruto dos pedidos que fizermos a Deus. Ela será fruto da nossa entrega e da nossa confiança em Deus. Só Ele quem nos dará as graças necessárias para vivermos em paz um com o outro e com os demais ao nosso redor.

Tudo que vale a pena custa caro. E porque um casamento custa muito caro, vale uma vida inteira. Vale muita cumplicidade, aprendizados e muito crescimento. Vale muitas risadas, muita confiança e muito amor. E, acima disso tudo, vale toda esta busca a Deus, Quem nos proverá tudo que necessitaremos em nossa caminhada e, de forma especial, nos dará capacidade para nos amarmos verdadeiramente.

 “Ora bem, o casamento capacita para amar de uma maneira real e efetiva. A nossa cultura não acaba de entender o matrimônio: contempla-o como uma simples cerimônia, um contrato, um compromisso... Tudo isso é, sem chegar a ser falso, demasiado pobre. Na sua essência mais íntima, o ato de casar-se constitui uma expressão delicada de liberdade e de amor.
O sim é um ato profundíssimo, inigualável, mediante o qual duas pessoas se entregam plenamente e decidem amar-se mutuamente por toda a vida. É amor de amores: amor sublime que me permite “amar bem”, como diziam os nossos clássicos: fortalece a minha vontade e habilita-a para amar em outro nível; situa o amor recíproco numa esfera mais elevada. Por isso, se não me casar, se excluir esse ato de amor total, ficarei impossibilitado de amar de verdade o meu cônjuge, tal como alguém que não treina ou não aprende uma língua se torna incapaz de falá-la.” (Tomás Melendo Granados).

domingo, 4 de setembro de 2011

O melhor presente não tem dinheiro que compre

Sempre voltamos aqui quando algo importante acontece. Uma pena que não podemos escrever todos os dias, mas nunca deixamos de partilhar momentos como o desse final de semana. Vocês já puderam perceber que em nossa preparação para o casamento mais valem os acontecimentos do que os objetos. Tudo o que tem acontecido entendemos como mais importante do que qualquer aquisição ou presente que ganhamos. Ahh, sim! A casa e os preparativos do grande dia vão muito bem, obrigado! Mas existe um momento tão lindo quanto este que o antecederá: o batizado de nossa primeira afilhada, que será - por obra de Deus - 15 dias antes do nosso casamento.

Nenhum de nós é padrinho ou, melhor, era padrinho até sexta-feira, dia 02, mas sempre fomos afilhados e sabemos a importância de sermos afilhados e termos padrinhos sejam de batismo, de crisma ou de casamento. Com toda certeza, com esta caminhada ao casamento, temos confirmado quão grande é o tesouro que se encontra por trás de “qualquer” apadrinhamento. É muito bom ser afilhado! Mas agora começaremos uma aventura totalmente nova e desafiadora, a de sermos padrinhos.

Como já comentamos aqui, nossa madrinha Ade (agora nossa comadre ou comadrinha) está esperando uma pititica linda, a Letícia que em dezembro estará pintando por aí. Para nossa alegria recebemos o grande presente de sermos seus padrinhos de batismo e, do jeito mais bonito e emocionante, recebemos dos nossos padrinhos-compadres esse convite que mudou nossas vidas. Agora, compartilhamos ainda mais da ansiedade pela chegada de nossa princesa que é um pouco mais nossa do que já seria se não fôssemos seus padrinhos, afinal, já somos tios postiços. 

Sabemos que temos uma grande missão pela frente: ajudar esse pequenina a crescer em tamanho, sabedoria e graça, amparada pela Igreja e pelo amor de sua família e de seus padrinhos babões. Pedimos que Deus nos ajude nessa tarefa. Que ela possa ver em nós sinais concretos do amor de Deus manifestado em Cristo que não nos abandona e vai conosco até o fim do mundo. Queremos ser como seus pais são para nós: a luz no final do túnel, o arco-íris depois da chuva, o colo, o abraço, as gargalhadas, os conselhos e puxões de orelha... os melhores padrinhos do mundo!

Que a pequena Letícia saiba desde já que é muito amada e que não vemos a hora de carregarmos no colo o nosso presente mais lindo!


sexta-feira, 29 de julho de 2011

O noivado e a Igreja

O noivado é um belo tempo que antecede o casamento; é quando o casal já decidiu que vai se casar, e estão na preparação imediata para o matrimônio. É o tempo em que tudo deve ser dialogado, tudo deve ser revelado, o mistério insondável que é cada um deve ser revelado ao outro, para que este não se case com um “desconhecido”. Infelizmente muitos casais se casam sem se conhecer; alguns colocam máscaras durante o namoro e noivado, e depois se estranham quando casados, achando que o outro mudou muito. Não mudou, é o mesmo, mas apenas não era conhecido pelo cônjuge.

Só se deve ficar noivo quando se decidiu que vão se casar; não há mais dúvida; se amam de verdade, se conhecem, sabem os defeitos e as qualidades recíprocas e estão dispostos a viverem juntos para sempre, unidos no amor de Deus, prontos para “fazer o outro crescer a cada dia”, amando-o, perdoando-o, compreendendo-o; e dispostos a “acolher os filhos que Deus lhes enviar”, educando-os na fé do Cristo e da Igreja. O casamento é para sempre; até que a morte os separe; precisam estar convictos do juramento que vão em breve fazer no Altar de Deus: “Eu te recebo como meu marido (mulher) e te prometo ser-lhe fiel na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te e respeitando-te TODOS OS DIAS de minha vida. Estão preparados?

Não se pode casar “no escuro”; e não se pode enganar-se, fingindo que não vê os problemas que estão pela frente. Se o casal não tem convicção de que estão preparados e maduros para o casamento, então, talvez seja melhor adiar o noivado. E devem saber os jovens cristãos, que o noivado não é ainda uma autorização para a vida sexual; não. Ela só deve começar depois do casamento, pois eles ainda não pertencem mutuamente. São Paulo disse: “O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido. A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (1Cor 7, 3-4). O Apóstolo não fala em namorados e noivos, mas marido e mulher. E o Catecismo da Igreja ensina: “2350 – Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na caridade”. Assim, vivam o noivado como Deus quer e a Igreja ensina, serão felizes.


Prof. Felipe Aquino 

sábado, 2 de julho de 2011

Dayenu!

Como meu amor disse no post anterior: temos uma história incrível pra contar!!! Uma história cheia de capítulos lindos, emocionantes e cheios da mão de Deus. Podemos parecer um casal sossegado demais ou pouco preocupado com fatores que parecem indispensáveis. Mas apesar de tudo, acho que isso não é verdade. Temos comprovado em nossas vidas que o tempo de Deus é maravilhoso e no dia a dia Ele concretiza as promessas que nos faz.

Tem sido maravilhoso esperar pelo amanhã, na certeza de que nossos sonhos, planos, projetos, tem sido abençoados e realizados em nome de um Deus que não nos abandona em nenhum momento. Ele não precisaria nos dar tanto; talvez nem mereçamos. Mas Ele tem nos amado demais e isso tem sido uma experiência indescritível. Nos teria bastado... mas Ele não se cansa de nos dar mais!

Em breve contaremos do presente antecipado de dia 07 que recebemos de Deus. Hoje, só passei aqui para dizer que estamos felizes, porque depois da tempestade, o Senhor sempre nos acolhe com a bonança!


terça-feira, 31 de maio de 2011

O que é o amor?

Ela- O que é amor?
Ele- Vou te mostrar, segura a minha mão.
Ela segurou e eles deram alguns passos de mãos dadas.
Ele- Consegue segurar a minha mão?
Ela- Assim é facil!
Ele começou a dar novos passos, cada vez mais rapido, até que começaram a correr.
Ela- Calma, assim é mais dificil acompanhar.
Ele- Amor é assim, as vezes é facil, as vezes é dificil, mas quando você ama, você segura e não solta.



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Os 10 mandamentos do Casal

Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou "Os Dez Mandamentos do Casal". Gostaria de analisá-los aqui, já que trazem muita sabedoria para a vida e felicidade dos casais. É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios.


1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo
A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso convencermo-nos de que na explosão nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: apenas destroços, morte e tristeza. Portanto, jamais permitir que a explosão chegue a acontecer. D. Helder Câmara tem um belo pensamento que diz: "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura...".


2. Nunca gritar um com o outro
A não ser que a casa esteja pegando fogo. Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria... Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.


3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro
Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro "vença", para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de "guerra", de luta inglória. "A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral"; dizia Lao Tsé. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes uma pequena discussão esconde por muitos dias o sol da alegria no lar.


4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor
A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor e a Nossa Senhora que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.


5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado
A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isto não ocorra nos momentos de discussão. Nestas horas o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta, e tudo de mau pode acontecer, em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas. Nos tempos horríveis da "guerra fria", quando pairava sobre o mundo todo o perigo de uma guerra nuclear, como uma espada de Dâmocles sobre as nossas cabeças, o Papa Paulo VI avisou o mundo: "a paz impõe-se somente com a paz, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade". Ora, se isto é válido para o mundo encontrar a paz, muito mais é válido para todos os casais viverem bem. Portanto, como ensina Thomás de Kemphis, na Imitação de Cristo, "primeiro conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros". E Paulo VI, ardoroso defensor da paz, dizia: "se a guerra é o outro nome da morte, a vida é o outro nome da paz". Portanto, para haver vida no casamento, é preciso haver a paz; e ela tem um preço: a nossa maturidade.


6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge
Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.


7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo
"Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento" (Ef 4,26b)
Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema, sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e com a graça de Deus. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.


8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa
Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isto também com palavras. Especialmente para as mulheres, isto tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem estar. Muitos homens têm dificuldade neste ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: "eu te amo", "você é muito importante para mim", "sem você eu não teria conseguido vencer este problema", "a tua presença é importante para mim"; "tuas palavras me ajudam a viver"... Diga isto ao outro com sinceridade toda vez que experimentar o auxílio edificante dele.


9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas
Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isto é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento, e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!


10. Quando um não quer, dois não brigam
É a sabedoria popular que ensina isto. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será "não pôr lenha na fogueira", isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso, ou por uma palavra amiga.


"E sendo Deus a base do relacionamento, 
ele se torna resistente e cheio de harmonia e paz."


Fonte: Canção Nova/ Prof. Felipe Aquino 
Do livro "Namoro" - www.cancaonova.com

sexta-feira, 4 de março de 2011

Quando o coração sai fora do ritmo

Tum, tum! Tum, tum! Tum, tum! Deveria ser assim, mas nem sempre é... E quando o ritmo perde o compasso, nos perdemos com ele e é como se não houvesse mais um caminho certo a trilhar ou uma saída possível de ser enxergada.


Tem horas que não damos conta de tudo o que trazemos conosco, em nossos corações e mentes e inevitavelmente acabamos explodindo. É triste, mas é verdade: o que nos mantém em pé, acaba nos tirando o chão. O amor que dá cor aos nossos olhos, brilho ao nosso sorriso, que faz nosso sangue correr pelas veias é o mesmo que nos faz perder a cabeça quando o coração perde seu compasso. E tudo fica frio, escuro e triste, porque nada mais faz sentido, nada tem muito valor. E se nessas horas não é Deus, não somos ninguém e fazemos sofrer as pessoas que mais amamos...

Resta-nos pedir que Deus nos dê forças pra que não desistamos de acreditar no amor e para que possamos, enfim, desacelerar o ritmo (ou acelerar, se for o caso) dos nossos corações, para que eles possam nos fazer sentir o que precisamos, do jeito que precisamos, sem medo.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A inocência de um amor que faz sonhar

Viver e amar como crianças, talvez seja uma das receitinhas mágicas pra que um relacionamento dê certo. Afinal, se vivemos a vida de cara amarrada ou levamos tudo a sério, não há como ser feliz de verdade!


Que Deus ajude todos os casais a viverem o amor da forma mais pura e livre, pra que possam ser felizes sem medida, amando sem nenhum limite!

domingo, 31 de outubro de 2010

Castidade, por João Paulo II


A castidade só pode ser pensada em associação com a virtude do amor. Sua função é libertar o amor da atitude utilitarista. Ser casto significa ter uma atitude ‘transparente’ com relação à pessoa do outro sexo – castidade significa só isso.

A castidade é muitas vezes confundida com uma inibição ‘cega’ da sensualidade e dos impulsos físicos, de tal modo que os valores do ‘corpo’ e do sexo são reprimidos para o subconsciente, onde esperam uma oportunidade para explodir. Obviamente essa é uma concepção errada da virtude da castidade, a qual, se praticada somente dessa forma, cria de fato o perigo de tais ‘explosões’. Essa visão errônea da castidade explica a dedução comum de que seria uma virtude puramente negativa. A castidade, segundo essa visão, seria apenas um grande ‘não’. Enquanto que, na verdade, ela é um grande ‘sim’ do qual certos ‘não’ derivam como consequência.
 
A essência da castidade consiste na rapidez em afirmar o valor da pessoa em toda situação, e em alçar ao nível pessoal todas as reações advindas do valor do ‘corpo e do sexo’. Isso requer um esforço espiritual interior especial, pois a afirmação do valor da pessoa só pode ser produto do espírito, mas esse esforço é, acima de tudo, positivo e criativamente ‘vindo de dentro’, e não negativo e destrutivo. Não é uma questão apenas de ‘aniquilar’ sumariamente o valor do ‘corpo e do sexo’ na mente consciente reprimindo suas reações para o subconsciente, mas sim de uma integração sustentável em longo prazo; o valor do ‘corpo e do sexo’ deve se basear e estar implantado no valor da pessoa.

Apenas o homem casto e a mulher casta são capazes de amar verdadeiramente. Pois a castidade libera seu encontro, incluindo seu intercurso conjugal, daquela tendência de usar a outra pessoa.

... a castidade é uma conquista difícil, de longo prazo; deve-se esperar pacientemente para que dê seu fruto, pela ternura amorosa que deve trazer. Mas, ao mesmo tempo, a castidade é o caminho certo para a felicidade.

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Papa João Paulo II, no livro “Amor e Responsabilidade”

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Para refletir...


O grande rei dos persas, Ciro, durante uma de suas campanhas guerreiras, dominou o exército da Líbia e aprisionou um príncipe.Levado à presença do conquistador ajoelhou-se perante ele o príncipe, e assim também os seus filhos e sua esposa. Os soldados vencedores, os generais da batalha, ministros e toda uma corte se juntou para tomar conhecimento da sentença real.

O rei persa coçou o queixo, olhou longamente para aquela família à sua frente, à espera de sua decisão e perguntou ao nobre pai de família: 

Se eu te disser que te concederei a liberdade, o que poderias me oferecer em troca?Rapidamente respondeu o prisioneiro: 

Metade do meu reino. 

Ciro continuou, paciente, a interrogar: 

E se eu te oferecer a liberdade dos teus filhos, que me darás? 

Ainda rápido, tornou a responder: A outra metade do meu reino. 

Calmo, o conquistador lhe lançou a terceira pergunta: 

E o que me darás, então, em troca da vida de tua esposa?

O príncipe sentiu o coração pulsar rapidamente no peito, parecendo arrebentar a musculatura. O sangue lhe subiu ao rosto, as pernas fraquejaram. 

Reconhecia que, no anseio da liberdade dos seus, tinha oferecido tudo, sem se recordar da companheira de tantos anos, sua esposa e mãe dos seus filhos.

Foi só um momento mas, para todos, pareceu uma eternidade. Um sussurro crescente tomou conta do ambiente, pois cada qual ficou a imaginar o que faria agora o vencido.

Após aquele momento fugaz, ele tornou a erguer a cabeça e com voz firme, clara, que ressoou em todo o salão, disse: 

Alteza, entrego a mim mesmo pela liberdade de minha esposa. 

O grande rei ficou surpreso com a resposta e decidiu conceder a liberdade para toda a família.

De retorno para casa, o príncipe tomou da mão da esposa, beijou-a com carinho e lhe perguntou se ela havia observado como era serena e altiva a fisionomia do monarca persa. 

Não, disse ela. Não observei. Durante todo o tempo os meus olhos ficaram fixos naquele que estava disposto a dar a sua própria vida pela minha liberdade.

*   *   *  

Para quem ama, não há limites na doação. Quando dois seres se amam verdadeiramente dão origem a outras vidas e as alimentam, enquanto eles mesmos um ao outro sustentam, na jornada dos dissabores e das lutas.
O amor conjugal é, dentre as formas de amor, um dos exercícios do amor que requer respeito, paciência e dedicação. Solidifica-se através dos anos. E tanto mais se aprofunda quanto mais intensas se fazem as lutas e as conquistas de vitórias.
Para os que se amam profundamente não há lutas impossíveis, não existem batalhas que não possam ser vencidas.


Texto baseado em um conto "Olhando só para ele" de Malba Tahan, disponível em:  http://www.momento.com.br

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Uma nova chance

Hoje é quase como se fosse meu aniversário. Na verdade, posso mesmo dizer que hoje estou fazendo um ano de vida. Vou explicar porquê.

Há exatamente um ano atrás eu fui atropelada. Sofri esse acidente quando atravessava uma rua de movimento aqui da nossa cidade. Bati minha cabeça quando, provavelmente, “capotei” no asfalto. Foi assustador, afinal, tive sangramento e isso podia significar muita coisa ruim. Mas Deus foi muito bom comigo e, apesar de ter sido assim, nada – absolutamente nada - de grave aconteceu. Tive alguns ferimentos no braço e no rosto e, embora meu rosto tenha ficado horrível por mais ou menos um mês, não tive nenhuma fratura e, nem tampouco, alguma lesão na cabeça.

Esse foi, provavelmente, um dos momentos mais difíceis da minha vida, mas um dos mais importantes também. Eu fiquei 15 dias sem poder ir pra aula, nem trabalhar. Era época de provas e isso tendia a me prejudicar muito. Mas Deus cuidou de tudo tão bem.

Quando eu desanimava, sentia medo de ficar com o rosto deformado, por exemplo, Ele me mandava anjos queridíssimos cuidarem de mim. Quando eu me sentia fraca, alguém me ligava ou deixava um recadinho carinhoso me desejando melhoras. Quando eu achava que ia reprovar de ano por conta das provas que estava perdendo, Deus me ajudava a dar jeitos que deram muito certo. Minha família, meus amigos, meus colegas de curso, todos foram extremamente importantes na minha recuperação. O meu amor, então... Ah! Nem tenho palavras pra descrever quanto ele foi indispensável. Ele esteve comigo em todos os momentos. Desde quando fui socorrida no local do acidente, até o dia em que consegui levantar da cama.

Posso dizer, sem dúvida alguma, que esse acidente me fortaleceu enquanto pessoa e, mais ainda, fortaleceu nosso relacionamento. Nos tornamos cúmplices, ainda mais cúmplices depois dessa acontecimento que nos fez perceber que se não vivemos nossa vida da melhor forma, podemos perde-la a qualquer momento e não ter mais oportunidades.

Quis escrever sobre isso hoje pra lhes fazer pensar. Nossa vida, amigos, é passageira! Quando menos esperamos, Deus nos leva para junto dele. Num piscar de olhos podemos ir embora sem oportunidade de declarar nosso amor.

Por isso, queridos, não deixem de amar e de viver cada minuto da melhor e mais bonita forma. Agradeçam por suas vidas e aproveitem cada dia como se fosse o último afinal, por mais clichê que pareça, um dia ele será.

Tenham um abençoado dia!

Carinhosamente, alguém que ganhou uma segunda chance.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Quando Deus confirma o chamado

Não é a primeira vez que digo isso aqui, mas nunca é demais repetir algo que é tão verdadeiro: quando permitimos que Deus vá à frente, tudo fica muito mais fácil.

Estou sentindo isso na minha vida. Estamos vivendo isso na nossa vida. Deus está à frente do nosso namoro e nos tem conduzido para o lugar mais bonito. Temos certeza disso.

Não duvidamos mais que Ele nos ajudará, não duvidamos que teremos uma vida cheia de bênçãos e que ela será linda, como Deus quer. Não duvidamos que nossos sonhos serão realizados e que vamos conseguir chegar ao altar, dizer nosso "sim", formar nossa família e termos filhos lindos e muito amados. Acreditamos que a Dudinha virá e logo depois o Dudinho e também o Pedrinho e sabemos que Deus estará à frente nos dando quantos filhos Ele achar que devemos ter, nos dando tudo aquilo que Ele preparou para nós.

Claro, amigos, que somos humanos e fracos e em algumas vezes titubeamos frente aos nossos planos e medos, mas Deus nos tem mostrado que nos ama com amor infinito e que não tira a mão de nossa cabeça e de nossos corações.

A boa notícia, amigos: os pais do meu amor resolveram lutar conosco! Explico, eles disseram que vão nos ajudar a encontrar um cantinho para morarmos e nos ajudarão na parte mais difícil dessa tarefa ($$). Não é uma bênção? Mais que isso, um sinal de que a partir do momento em que contamos pra Deus que queremos, Ele nos ajuda!

Nosso sonho está cada vez mais possível, e mesmo que tenhamos dois anos pela frente, sabemos que Deus vai nos mostrando os passos que temos que dar. Não duvidem, amigos: Deus nos ajuda a amar e nos mostra de formas concretas que nos ama demais. Deixem que Ele vá à frente e tudo dará certo!!!

Muito amor pra todos nós!!!!!!!!!!

Um beijo, 
da pré-noiva que não tem medo de sonhar! ♥

terça-feira, 14 de setembro de 2010

O dia termina, a esperança renasce, o amor continua!

Realmente, não vivemos um conto de fadas. Prova disso é que sentimos confiança em contar para vocês aqui do blog dos problemas que enfrentamos no dia-a-dia. Muitos deles a gente se reserva e prefere deixar quietinho... Mas no fundo todos vocês sabem, e isso nos dá segurança para abrir nosso coração e falar de tudo.

Hoje em dia tá tudo tão banalizado, que amor virou sinônimo de ideal não atingível, ou ainda sentimento de pessoas fracas, para não dizer outra coisa. Mas não, amor é sinônimo de luta.

A Bru me ensinou que o amor não é uma garantia que temos de que a outra pessoa não vai embora nunca da nossa vida. É mais do que isso, é um compromisso e uma missão de lutar dia após dia pelo que sentimos e por quem sentimos. Isso envolve muitas coisas. As vezes, pequenos sacrifícios em nome da pessoa amada, porque se não temos esse cuidado, vamos nos tornando problema, e não refúgio para o nosso amor. Mas só vale sacrifício feito por amor, não como peso!!

A Bru me ensina muito. Eu aprendo com ela todos os dias formas diferentes de expressar, praticar, dizer, fazer, respirar o amor. Não o amor meloso e romântico dos filmes. Mas o amor que vem do coração, que faz você responder e dizer tudo num abraço, que faz você pedir desculpas pro seu amor... Amar é perder os bloqueios que nos fazem tão certinhos. Amar é se jogar na ponte e cair de peito aberto no rio.

Hoje, dei 7 chocolates para ela. Sempre dou chocolate, mas nunca havia dado 7. Acho que amar é isso também, é dar o mesmo presente, as vezes as mesmas flores, mas de um jeito diferente, que pareça a primeira vez. Acho que isso é uma magia. A magia de uma descoberta...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A magia da descoberta

O amor é mesmo algo incrível. Não há como descrevê-lo por completo, mas basta que a gente se disponha a viver esse sentimento para que ele se torne compreensível para nós. No meio de sonhos e magia, o amor tem muitas outras faces não menos importantes, nem menos encantadoras.

Sábado, eu e o Jorge brigamos. E brigamos feio! A Gabi, nossa madrinha-amiga-leitora, acompanhou de perto o stress que rolou. A gente sabe que nunca é uma coisa isolada que dá causa a uma discussão e por isso não podemos dizer que há um culpado. Graças a Deus, já estamos bem e nossos corações já voltaram a conversar bem bonitinhos. ♥

Não canso de repetir que não vivemos um conto de fadas, mas viver o que não faz parte de um, nos faz ver que Deus nos faz amar mesmo quando tudo está nublado. Isso é uma descoberta incrível!

Nos amamos, isso é fato. Sabemos que somos importantes um para o outro; isso também é fato. Mas até que ponto temos consciência do tamanho dessa importância? Até que ponto podemos dimensionar o quanto a falta do outro pode ser dolorida pra nós?

Somos humanos e temos a tendência natural de só darmos valor quando perdemos. Certamente nos esforçamos muito para perceber essa importância no dia-a-dia no meio da rotina que nos faz assim. Mas tem horas que é preciso parar e descobrir (ou, então, redescobrir) que sem amor não somos nada.

Eu não sou nada sem o Jorge. E tola eu que muitas vezes acho que posso ser algo sem a mão que me leva em frente. Eu não quero perdê-lo, mas quero que Deus me ajude a redescobrir, sempre e com mais intensidade, quanto ele é parte de mim... como as metades do coração da foto da Anne.


Jorge, você é a melhor parte de mim. 
♥ Te amo, bem mais do que ontem! ♥

sábado, 11 de setembro de 2010

O amor sempre vence!

Gostaria de agradecer a todos vocês queridos leitores pelas orações, pelo apoio, pelas energias positivas que nos enviaram. Sem vocês, realmente não somos nada!
Hoje, eu como pré-noivo fiz questão de vir agradecer a todos que torceram, que olharam pro céu (pro mesmo céu!) e lembraram de nós, lembraram da Bru principalmente... Graças a Deus deu tudo certo, e uma importante etapa foi vencida em nossa história.
A vida sempre nos ajudou com algumas barreirinhas, o que nos tem nos tornado cada vez mais fortes e mais convictos de que Deus nunca desampara aqueles que ele ama.

A Bru está muito feliz, e isso para mim é a melhor recompensa por tudo! E a felicidade dela, eu devo em parte ao apoio e orações de todos vocês!

Obrigado a todos, amar vale a pena, porque o amor sempre vence!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Vamos todos nos unir em uma grande corrente!

A gente não tem como saber exatamente quem tanto que visita este blog. Mas de uma coisa temos certeza: todos que nos visitam, ao menos param para pensar um momentinho só no amor. Ontem, conversando com a Bru, falávamos que o amor é uma experiência pessoal e particular de cada um. Todos nós, temos uma visão, um entendimento, um raciocínio do que é o amor, do que se pode tirar do amor.

Mas hoje, eu não vim aqui para fazer uma dissertação sobre este sentimento. Mas, aproveitando o gancho, queria que todos os leitores deste blog, a vocês que comentam sempre, que nos seguem, que nos divulgam... Mas também a você que passa por aqui e prefere ficar no anonimato, convidar todos a se unirem numa grande corrente de amor e dedicar ao menos uma oração, um pensamento... Para a nossa querida e amada Bru!

Amanhã é um dia importante, um dia que Deus quis que fosse desta maneira por algum motivo. Os que nos conhecem sabem do que estamos falando, e como se trata de um problema delicado, não cabe a mim expor aqui... Mas de qualquer forma amigos, torçam pela Bru. Rezem por ela, amanhã em algum momento do dia olhem para o céu e façam uma prece por ela e pela família dela. Afinal de contas, o que nos une neste blog é o amor, é este sentimento que as vezes não entendemos como funciona sua matemática. Mas que ao final de tudo, nos dá um sentido, nos dá um porquê.

Contamos com o apoio de todos vocês! Vamos nos unir, porque o bem vence a partir da união de todos que amam!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Que Deus nos ajude!

Como é difícil, meus amigos, transmitir algo bom num mundo em que os valores estão incrivelmente distorcidos. Como é complicado falar de amor, perdão, carinho... quando o coração das pessoas transformou-se em pedra. É natural que muitas vezes a gente se desmotive, tenha vontade de desistir do amor e dos sonhos, afinal, lutar fica difícil nesse contexto escuro.

Mas hoje vim aqui para reafirmar a importância do amor, desse amor sem interesse, sem medo, sem barreiras. Desse amor que tem coragem de seguir mesmo quando ele é apedrejado ou desprezado. Um amor capaz de transpor qualquer obstáculo para que prevaleça e, ainda que não seja sentido da mesma forma por quem é amado, um amor capaz de iluminar.

Amor, amigos! É essa a mensagem que quero deixar hoje. O coração partido, cheio de uma dor que não cabe mais, não me impede de juntar seus pedacinhos para repetir: AMEM, VALE A PENA! Independente de quem seja o nosso amado, a nossa amada... São tantos, graças a Deus! Mas que nosso amor seja puro, único e verdadeiro. Que faça a diferença, ainda que incomode. Amem, meus amigos e, mais que isso, permitam ser amados.


Um beijo, cheio de gratidão ao meu pré-noivo
e outro, cheio de carinho, ao meu ir!
Amo vocês, além do infinito!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O que também me encanta nele

Qual mulher não sonha com um homem que lhe trate como uma princesa? Que lhe ofereça rosas, que lhe abra a porta do carro, que puxe a cadeira para ela sentar, que não grite com ela, que a leve pela mão? Todas sonhamos, é verdade! E, mais que isso, todas merecemos porque fomos feitas para sermos tratadas assim, afinal, a delicadeza é uma característica muito nossa.

O problema é que o mundo está um pouco bagunçado e, talvez, a gente nem tenha reparado. Uma vez escrevi no meu blog pessoal (que, por sinal, está um pouco abandonadinho e com promessas de retorno) sobre o desuso do cavalheirismo. É uma prática que, um dia, foi comum, mas que hoje é tão rara quanto a fidelidade, o compromisso, o respeito. Uma pena que seja assim!

Mas eu não posso reclamar, queridos leitores! Tenho um gentleman comigo. Sem querer paparicar e jogar confetes no meu amado namorado, ele é sim um modelo de cavalheiro. Desde o primeiro dia em que saímos juntos ele abre a porta do carro pra mim, ele puxa a cadeira pra mim, ele é gentil. Ele me dá uma rosa (duas, doze ou mais) quase que uma vez por semana e sabe ouvir e respeitar não só a mim como a todos que estão à volta (inclusive bruxas, né, amor?). Ele me trata como uma princesa e isso me encanta porque é maravilhoso ter do lado alguém que te ama e te respeita do jeito mais bonito. 

Eu me orgulho de ter esse namorado, me orgulho do seu jeito tradicional de ser galante e me conquistar, me orgulho porque ele é diferente do que tenho visto e tão igual ao que eu sonhei!