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domingo, 4 de setembro de 2011

O melhor presente não tem dinheiro que compre

Sempre voltamos aqui quando algo importante acontece. Uma pena que não podemos escrever todos os dias, mas nunca deixamos de partilhar momentos como o desse final de semana. Vocês já puderam perceber que em nossa preparação para o casamento mais valem os acontecimentos do que os objetos. Tudo o que tem acontecido entendemos como mais importante do que qualquer aquisição ou presente que ganhamos. Ahh, sim! A casa e os preparativos do grande dia vão muito bem, obrigado! Mas existe um momento tão lindo quanto este que o antecederá: o batizado de nossa primeira afilhada, que será - por obra de Deus - 15 dias antes do nosso casamento.

Nenhum de nós é padrinho ou, melhor, era padrinho até sexta-feira, dia 02, mas sempre fomos afilhados e sabemos a importância de sermos afilhados e termos padrinhos sejam de batismo, de crisma ou de casamento. Com toda certeza, com esta caminhada ao casamento, temos confirmado quão grande é o tesouro que se encontra por trás de “qualquer” apadrinhamento. É muito bom ser afilhado! Mas agora começaremos uma aventura totalmente nova e desafiadora, a de sermos padrinhos.

Como já comentamos aqui, nossa madrinha Ade (agora nossa comadre ou comadrinha) está esperando uma pititica linda, a Letícia que em dezembro estará pintando por aí. Para nossa alegria recebemos o grande presente de sermos seus padrinhos de batismo e, do jeito mais bonito e emocionante, recebemos dos nossos padrinhos-compadres esse convite que mudou nossas vidas. Agora, compartilhamos ainda mais da ansiedade pela chegada de nossa princesa que é um pouco mais nossa do que já seria se não fôssemos seus padrinhos, afinal, já somos tios postiços. 

Sabemos que temos uma grande missão pela frente: ajudar esse pequenina a crescer em tamanho, sabedoria e graça, amparada pela Igreja e pelo amor de sua família e de seus padrinhos babões. Pedimos que Deus nos ajude nessa tarefa. Que ela possa ver em nós sinais concretos do amor de Deus manifestado em Cristo que não nos abandona e vai conosco até o fim do mundo. Queremos ser como seus pais são para nós: a luz no final do túnel, o arco-íris depois da chuva, o colo, o abraço, as gargalhadas, os conselhos e puxões de orelha... os melhores padrinhos do mundo!

Que a pequena Letícia saiba desde já que é muito amada e que não vemos a hora de carregarmos no colo o nosso presente mais lindo!


quinta-feira, 21 de abril de 2011

Nunca mais faltará um ano...

Quem diria? Não é que é verdade que vamos nos casar? Finalmente a contagem regressiva engrenou e tomou feições emocionantes e reais. Valeu a pena a luta, o amor, as lágrimas, a alegria, o dia-a-dia, a esperanças, as descobertas, a rotina, as surpresas, o sonho que agora se tornará realidade. Falta exatamente 365 dias, 12 meses, 1 ano para que o nosso big-day aconteça da forma perfeita, inesquecível e apaixonada.

Temos escrito aqui, já há algum tempo, sobre este dia e vocês tem acompanhado tudo o que vivemos nesse contexto de preparação para o nosso casamento. Ao contrário do que normalmente se espera (preparativos, orçamentos, locações, vestido, pagamentos e afins), temos falado de nós e acreditamos que até agora isso bastou, até porque, a nossa expecativa maior é para o que viveremos a partir da cerimônia na qual diremos nosso "sim" definitivo: ela é a de vivermos o "para sempre" da maneira mais linda, abençoada, verdadeira e feliz.

Aqui não falamos que queremos um casamento perfeito. Queremos um casamento santo, na medida em que Deus for nos concedendo a graça de redescobrirmos dia após dia o amor que sentimos um pelo outro e que nos faz admirar, perdoar, tolerar, esperar, acreditar... O amor que supera todas as barreiras, verdadeiramente. O amor que ninguém pode separar, que ultrapassa os limites da razão, que permite acreditar que é possível viver ao lado de uma mesma pessoa por toda a vida, "até que a morte separe".
É o que queremos, é o que sonhamos. E por isso, apesar de desejarmos uma festa linda e inesquecível, emocionante e cheia de brilho, não ficaremos decepcionados se Deus nos permitir apenas vivermos esse momento na sua graça. Lógico, a partir de agora o cronômetro está ao nosso lado e vamos começar a preparação oficial, mas o mais importante já está decidido: onde e quando Deus nos abençoará.

Que nosso 21/4/12 seja eterno, assim como nossa vontade de sonhar.

Rezem por nós.

Com carinho,
Bru e Jorge - os pré-esposos sonhadores!

domingo, 31 de outubro de 2010

Castidade, por João Paulo II


A castidade só pode ser pensada em associação com a virtude do amor. Sua função é libertar o amor da atitude utilitarista. Ser casto significa ter uma atitude ‘transparente’ com relação à pessoa do outro sexo – castidade significa só isso.

A castidade é muitas vezes confundida com uma inibição ‘cega’ da sensualidade e dos impulsos físicos, de tal modo que os valores do ‘corpo’ e do sexo são reprimidos para o subconsciente, onde esperam uma oportunidade para explodir. Obviamente essa é uma concepção errada da virtude da castidade, a qual, se praticada somente dessa forma, cria de fato o perigo de tais ‘explosões’. Essa visão errônea da castidade explica a dedução comum de que seria uma virtude puramente negativa. A castidade, segundo essa visão, seria apenas um grande ‘não’. Enquanto que, na verdade, ela é um grande ‘sim’ do qual certos ‘não’ derivam como consequência.
 
A essência da castidade consiste na rapidez em afirmar o valor da pessoa em toda situação, e em alçar ao nível pessoal todas as reações advindas do valor do ‘corpo e do sexo’. Isso requer um esforço espiritual interior especial, pois a afirmação do valor da pessoa só pode ser produto do espírito, mas esse esforço é, acima de tudo, positivo e criativamente ‘vindo de dentro’, e não negativo e destrutivo. Não é uma questão apenas de ‘aniquilar’ sumariamente o valor do ‘corpo e do sexo’ na mente consciente reprimindo suas reações para o subconsciente, mas sim de uma integração sustentável em longo prazo; o valor do ‘corpo e do sexo’ deve se basear e estar implantado no valor da pessoa.

Apenas o homem casto e a mulher casta são capazes de amar verdadeiramente. Pois a castidade libera seu encontro, incluindo seu intercurso conjugal, daquela tendência de usar a outra pessoa.

... a castidade é uma conquista difícil, de longo prazo; deve-se esperar pacientemente para que dê seu fruto, pela ternura amorosa que deve trazer. Mas, ao mesmo tempo, a castidade é o caminho certo para a felicidade.

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Papa João Paulo II, no livro “Amor e Responsabilidade”

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Saudade de você, meu amor...

Linda, carinhosa, dengosa e cheia de vida. Ela tem cachinhos nos cabelos negros e olhos cor de mar. Tem um sorriso que encanta e um cheirinho delicioso que se sente mesmo quando ela não está. Ela é pequena, um pedacinho de gente... É a razão de muitos sonhos e da nossa esperança. Ela é a Maria Eduarda, Dudinha ou Madu, nosso pré-bebê.

Pode parecer exagero, pressa ou sei lá o quê... Pode ser que achem que estamos indo longe demais com essa história de sonhos. Mas hoje eu precisava vir aqui escrever sobre esse capítulo lindo dos nossos sonhos: os filhos.

Já sentiram saudade de algo que nunca tiveram? Já sentiram falta de alguém que não conhecem? Pois é, amigos, eu sinto. Sinto uma saudade enorme da Dudinha e tem momentos que faz muita falta o abraço dela.

Às vezes me pego pensando como seriam minhas reações, minhas atitudes, meus planos se a Madu estivesse aqui. Como seria acordar com o seu chorinho de quem quer colo e logo de manhã receber o sorriso mais lindo como recompensa.

Eu espero muito por esse dia. Espero ansiosa pelo dia em que vou contar para o meu amor que estamos esperando um bebê. Vai ser o bebê mais amado do mundo e, se Deus quiser, ele chegará pra realizar todos os nossos sonhos.

Que Deus nos ajude a realizar nossos sonhos e que seja da Sua vontade formarmos essa família linda que já faz parte de todos os nossos planos.

Madu, nosso querido anjinho, esperamos ansiosos por você, esteja onde estiver!! ♥ 

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Vamos todos nos unir em uma grande corrente!

A gente não tem como saber exatamente quem tanto que visita este blog. Mas de uma coisa temos certeza: todos que nos visitam, ao menos param para pensar um momentinho só no amor. Ontem, conversando com a Bru, falávamos que o amor é uma experiência pessoal e particular de cada um. Todos nós, temos uma visão, um entendimento, um raciocínio do que é o amor, do que se pode tirar do amor.

Mas hoje, eu não vim aqui para fazer uma dissertação sobre este sentimento. Mas, aproveitando o gancho, queria que todos os leitores deste blog, a vocês que comentam sempre, que nos seguem, que nos divulgam... Mas também a você que passa por aqui e prefere ficar no anonimato, convidar todos a se unirem numa grande corrente de amor e dedicar ao menos uma oração, um pensamento... Para a nossa querida e amada Bru!

Amanhã é um dia importante, um dia que Deus quis que fosse desta maneira por algum motivo. Os que nos conhecem sabem do que estamos falando, e como se trata de um problema delicado, não cabe a mim expor aqui... Mas de qualquer forma amigos, torçam pela Bru. Rezem por ela, amanhã em algum momento do dia olhem para o céu e façam uma prece por ela e pela família dela. Afinal de contas, o que nos une neste blog é o amor, é este sentimento que as vezes não entendemos como funciona sua matemática. Mas que ao final de tudo, nos dá um sentido, nos dá um porquê.

Contamos com o apoio de todos vocês! Vamos nos unir, porque o bem vence a partir da união de todos que amam!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Amor que vem de Deus

Olá, amigos!!! Saudades do nosso cantinho! Desculpem-nos a ausência, mas estivemos passeando no fim de semana! =D

Fomos visitar nossos padrinhos e nossas daminhas lindos e amados lá em Curitiba  (comemorar o aniversário da Clarinha!!) e, como não podia ser diferente, tivemos um final de semana incrível!!! Voltamos sempre com gostinho de "quero mais" e já no meio do caminho de volta, o coração aperta de saudade!

Estou feliz, muito feliz!! Passei no exame da OAB e, como vocês sabem, é algo imensamente importante pra mim. O meu amor também está começando hoje um novo trabalho e, graças a Deus, é algo que ele ama fazer. Nossas conquistas chegaram ao mesmo tempo, porque mais uma vez Deus nos coloca em sintonia.

Ontem vivemos uma situação bem complicada, mas nela também senti que Deus me ama! Tenho uma mãe maravilhoso, amigos queridos, amijas perfeitas... e tenho dois garotos que me amam e me defendem, que não tem medo de matar o bicho papão pra mim: meu irmão e meu amor.

Hoje quero dedicar todo meu carinho a eles que ontem me deram a mão quando o mundo parecia ter desabado. Eu os amo imensamente e sei que quando eles estão comigo nada de ruim vai acontecer. Sou muito feliz por tê-los ao meu lado e um dos 1.OO1 motivos pelos quais agradeço hoje é receber deles esse amor!

sábado, 31 de julho de 2010

Esposa, o sol do lar

Nós sempre estamos atentos ao que a Igreja nos diz sobre família, matrimônio, filhos... Para nós é importante, e pouco a pouco vamos contando aqui para vocês o porquê para nós isso é importante. Respeitamos quem não partilha da nossa religião, ou de repente apenas acredita em Deus... Mas com a mesma liberdade que Deus ama a todos, tentamos abordar aqui aqueles temas que na maioria das vezes, frente à realidade em que nos encontramos, nos esforçamos para vivenciar. A ideia de compartilharmos não é impor como verdade absoluta, mas sim levar todos os leitores a uma reflexão. E mostrar que sim, somos muito felizes experimentando um namoro santo, dentro do que a Igreja Católica nos propõe.

Dia desses, conversamos (A Bru e o Jorge! ♥) sobre um discurso - diga-se de passagem, maravihoso - do Papa Pio XII, dirigido aos recém-casados. A título de curiosidade ("Um sonho com você" também é cultura!) queremos contar que é costume nas audiências das quartas-feiras no Vaticano, os recém-casados irem receber uma bênção especial do Santo Padre (com direito a lugar privilegiado e tudo!). 

Voltando: este discurso do qual falamos, foi proferido nos idos de 1942, contudo, suas palavras são bem atuais, podendo ser repetidas muitas décadas depois.  Selecionamos alguns trechos para comentar com vocês, e caso vocês queiram ler o texto na íntegra, você pode clicar aqui.
Sois felizes dentro de vossos lares; não vedes escuridão; a família tem um sol próprio: a esposa. (...) Sim, a esposa e mãe é o sol da família. Sol com sua generosidade e submissão, com sua constante prontidão, com sua delicadeza vigilante e previdente em tudo o que serve para tornar alegre a vida ao marido e aos filhos. Em torno dela difunde-se luz e calor; e costuma-se dizer então que um matrimônio é bem-aventurado, quando cada um dos cônjuges, ao contraí-lo, mira fazer a felicidade não própria, mas da outra parte; este nobre sentimento e esta intenção, embora dizendo respeito a ambos, é porém antes de tudo virtude da mulher, que nasce com as palpitações de mãe e com a maturidade de coração; aquela maturidade que, se recebe amargura, não quer dar senão alegria; se recebe humilhações, não quer dar senão dignidade e respeito; à semelhança do sol que alegra a manhã nebulosa, com seus albores e doura os ninhos com raios de seu ocaso.
Quem sabe os mais machistas cheguem a pensar que o Papa quis dizer que a Mulher é mais importante. No entanto, amigos, a ideia é mostrar que um casamento é muito mais sentimento do que razão, porque transcende às nossas possibilidades humanas de mensurá-lo. Matrimônio é sentimento, é coração batendo forte desde o primeiro dia, até o último quando sua pulsação já não é mais jovial. Casamento é desejo constante de buscar a felicidade para o outro, de pensar no bem do outro, e encontrar nele a sua própria.
A esposa é o sol da família pela clareza de seu olhar e pela chama de sua palavra; olhar e palavra que penetram docentemente na alma, dobram-na e a enternecem e a solevam fora do tumulto das paixões, e reclamam para o homem a alegria do bem e da conversação familiar, depois de um longo dia de contínuos, por vezes penosos trabalhos profissionais ou campestres, ou de imperiosos afazeres do comércio ou da indústria.
Quantas vezes ouvimos dizer que a Igreja apresenta uma visão retrógrada sobre a família... E quem sabe esse trecho nos ajude a perceber que cada pessoinha na família tem seu lugar... E que a ocupação de cada integrante (marido, esposa, filhos...) é como se fosse o princípio de uma fórmula para tudo ser bem melhor. É como se fosse um céu: que precisa de todas as estrelinhas para estar completo. O pai, que também é esposo, tem a tarefa de dar suporte à sua família. A mãe, que também é esposa, tem a missão de tornar menos árdua a tarefa do seu amado. E os filhos, rebentos de oliveira,  serão alegria da casa, azeite da lamparina de amor do lar. No entanto, não são papéis definidos de um jeito estático, exclusivo. Um ajudará o outro, assim como também foi na Família de Nazaré.
“Passa uma geração e sucede outra; mas fica sempre a terra”. Assim correm novos séculos, mas Deus não muda; não muda o Evangelho nem o destino do homem para a eternidade; não muda a lei da família; não muda o inefável exemplo da família de Nazaré, grande sol de três sóis, um deles, um dos fulgores mais divinos e mais ardentes que os outros dois que os rodeiam. Olhe aquela modesta e humilde casa, oh pais e mães: contemplai Aquele que se cria “filho do carpinteiro”, nascido do Espírito Santo e da Virgem escrava do Senhor; e conforta-os nos sacrifícios e nos trabalhos da vida; ajoelhai-vos ante eles como crianças; invocai-os, suplicai-lhes; e aprendei deles como as contrariedades da vida familiar não humilham, e sim exaltam; como não fazem ao homem nem a mulher menores para o céu, e sim que valem uma felicidade, que em vão se busca entre as comodidades deste mundo, onde tudo é efêmero e fugaz.
"Não muda a lei da família!" Ela sempre será indissolúvel. E a razão dela será sempre o amor que nasce no coração de um casal apaixonado que um dia sonha em se casar e constituir um lar cheio de vida. Vida que brota desse amor refletido no sorriso dos filhos que Deus concede ao longo da história do matrimônio.

***
É isso que nós queremos, amigos. Queremos que nosso namoro nos leve ao altar e que nesse altar possamos jurar um amor eterno, uma aliança eterna, um sonho abençoado por Deus. E que Ele nos conceda a graça de vivermos um matrimônio santo, sendo fiéis um ao outro e confiando na fidelidade de Deus Pai, para que nos dê filhos que um dia possam testemunhar este amor.
Rezem por nós! Sabemos que não é fácil, que não será. Mas o amor nos move... O sonho nos leva a acreditar! Mas precisamos que Deus vá à nossa frente, sem Ele nada podemos fazer!

Fiquem com Deus, amigos! Vocês são especiais para nós! Os de perto, os de longe... os que ainda nem conhecemos, mas que sabemos que estão conosco.

Um abraço carinhoso, azul e cheio de sonhos:
Bru e Jorge

sexta-feira, 30 de julho de 2010

...a minha sogra!

Dei uma fugidinha do trabalho para escrever uma postagem relâmpago. Estava escrevendo um comentário na postagem "A Melhor mãe e sogra do mundo", quando percebi que podia postar alguma coisinha sobre a minha sogrinha.

Que não foi fácil no começo, a Bru já bem disse nas linhas escritas abaixo, por ela. E me lembro bem que apesar de todas as dificuldades, o sentimento que restava no coração sempre era de um certo carinho por ela. Quem nos acompanhou sabe bem certinho como essa fase foi difícil, mas hoje estamos todos muito felizes e unidos por esse belo sentimendo chamado amor. É nessas horas que percebo como Deus tem uma destreza incrível para nos ajudar, seja nos dando uma dificuldade (na medida exata) ou ainda nos dando a solução de um problema de um jeito definitivo.

Eu adoro a Jô, e seu jeitão despirocado de mãe-pré-vovó-doidona. Adoro a família toda, acho que daria pra postar sobre cada um! Mas é muito divertido hoje poder conviver com todos eles e saber que tanto a minha família, como a família da Bru estão unidas, convivendo e formando uma só família, que vai ser coroada com a chegada dos netinhos, depois do casamento! (claro!). Hoje, quando estamos juntos, rimos por coisas bobas, falamos sério e depois rimos do que falamos... E assim vai! E sarro da vó Edith, sarro do Ir, de todo mundo... E tudo se transforma em riso! Não que as coisas estejam para rir, mas as vezes das nossas dores, tiramos um risinho pra amenizar!

Por isso, dei uma corridinha aqui para falar de como é bom conviver com estas pessoas adoráveis, em especial a minha sogra. A minha, eu adoro. É uma segunda mãe. É mãe da minha estrelinha! A Joseane é a Dona Constelação!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A melhor mãe e sogra do mundo!

Depois de um comentário tão lindo, tive a ideia do post de hoje que será bem especial. Hoje, vim para falar sobre a sogra do Jorge: minha querida mãe!

Quem acompanhou nossa história sabe que minha mãe foi uma das pessoas que menos apoiou nosso namoro. Melhor dizendo, ela foi nossa primeira "barreira". Mas hoje, graças a Deus, nossos corações estão todos bem o suficiente para podermos falar sem mágoas de tudo o que passou.

É lógico que quando os nervos estavam à flor da pele, nos irritamos, ficamos tristes, revoltados até. Mas Deus foi tão bom conosco que não só iluminou o coração da minha mãe, como também deu a ela um novo filho que a ama demais.

O relacionamento da minha mãe e do meu pré-noivo é hoje algo inacreditável. Eles se dão tão bem que chego a nem acreditar que um dia eles não podiam nem se olhar. Deus é bom!!! Ele faz o impossível e, quando o faz, é do jeito mais bonito.

Hoje podemos entender porque Deus nos deu um período tão difícil. Ele quis estreitar os laços que uniam todos nós e fazer do Jorge, parte da família da minha mãe também. Nem casamos ainda e ela o chama de filho. Não é Deus agindo?

A ela, que é razão da minha vida, quero dedicar essas linhas para agradecer: primeiro por ter me dado a vida, quando me gerou e, depois, por me permitir ganhá-la de novo quando aceitou o nosso amor.

Minha mãe, pode ter certeza que a família que vai nascer em 10/11/2012 será sempre grata à "vovó Jô". Nós te amamos!

E, vejam: nós somos felizes!!! =D